Desde a fundação em 21 de abril de 1989 temos buscando intensamente ser um sinal histórico do Reino de Deus nessa Terra. Nossa maior missão tem sido obedecer ao mandamento de Mateus 28:18-19 e formar discípulos para colheita final.
No ínicio da década dos anos 80, o jovem José Carlos, recém-convertido, cheio do Espírito Santo e faminto por Deus, buscava fervorosamente e insistentemente por Sua boa, agradável e perfeita vontade para sua vida. Nesse afã, enquanto orava, lia de sete a dez capítulos da Bíblia por dia, jejuava e rogava ao Senhor por seu chamado e vocação celestial, envolveu-se com outros irmãos da igreja onde congregava para a realização de diversas atividades ou “trabalhos” da igreja local, tais como: ar-livres em praça pública, envangelismo nas escolas, em onibus e em alguns lugares de prostituição, visita aos novos convertidos, aos irmãos que estavam desanimados ou fracos espiritualmente, e também, áqueles que haviam “se desviados ou se afastado da fé”, além das vígilias. Por dois anos e meio inimterrupto, aos domingos e ás quintas-feiras á tarde, liderou um grupo de três pessoas de visitas a hospitais, casas de saúde e maternidades, onde anunciava o evangelho transformador de Jesus Cristo, orava pela cura e libertação dos enfermos, assim como pela conversão e salvação dos doentes e seus familiares, experiência essa riquissíma, que muito enriqueceu e sensibilizou espiritualmente e ministerialmente, o então jovem, apaixonado por Jesus, no seu amor para com todos aqueles que sofrem. Ainda na década de 80, atracou no cais do porto do Rio de Janeiro, uma embarcação, cujo nome era “DOULOS” no idioma grego, que significa “Servo ou aquele que serve”, conhecido como “NAVIO MISSIONÁRIO”, chamado assim porque toda a sua tripulação e passageiros era composta de missionários de diversas nações da terra que viajava pelo mundo evangelizando, anunciando o evangelho, pregando as Boas Novas de Jesus Cristo, o Filho de Deus, que veio ao mundo buscar e salvar o perdido e destruir as obras do diabo.
Esse navio ficou atracado no Brasil, atracado no porto do Rio, cerca de vinte a trinta dias. Nesse tempo, vários dos membros(lê-se missionários) doDoulos saiam diariamente, em grupos, na maioria das vezes á tarde e á noite, para evangelizar em vários bairros do rio e também, visitar e compartilhar em diversas igrejas a Palavra de Deus, assim como os seus testemunhos impactantes de conversão a Cristo e de como desde então, passarão a se dedicar á Seara do Senhor.
Enquanto isso, durante a sua estada no Brasil, o navio, em dias agendado pela tripulação, esteva aberto para visitação e palestras que eram ministradas pelos missionários que habitavam aquela embarcação, entre eles muitos pastores, que compartilhava sobre o por que? e o para quê? divino da existência daquele navio, além de discorrerem sobre temas espirituais dos mais diversos, principalmente, dos que tratavam das carências materiais e da cegueira espiritual do ser humano no mundo, consequentemente, dos muitos que morrem sem salvação e sem Cristo, a enfasê ou apelo dessas palestras era despertar para urgência de anunciarmos Cristo á todas as pessoas da terra. Fui a várias dessas palestras no navio, e de todas elas saía transbordando da alegria do Espírito de Deus, me sentia, literalmente, depois de ouvir as ministrações e experiências daqueles irmãos, algo como “sendo incendiado e queimando por dentro”; a minha vontade, na maioria das vezes, logo depois de ter ouvido aquelas verdades espirituais era de “sair para o mundo” anunciando o grande amor de amor!
Porém, numa dessas noites, para minha surpresa, enquanto, um pastor membro do navio, me parece que era das Filipinas, compartilhava sobre as grandes e profundas necessidades materiais e espirituais, que o continente africano vivia naquele momento; derrepente, sem que eu menos esperar, “entrou na minha mente um pensamento ou uma visão”, onde um dia quando eu tivesse uma grande empresa, e essa empresa ligada ao ramo alimentício, hoje seria do agronegócio, e essa empresa estaria enviando “comida” e gente para suprir todas as carências e necessidades dessas pessoas, o nome dessa empresa seria DOULOS”! Aquela visão muito me impactou, e eu não tinha ideia ou a compreensão do que aquilo significava no momento, pois, na época, não havia no meu coração, nenhum sonho ou qualquer vocação empreendedora para negócios. Só poucos anos mais tarde, que eu viria a entender que, aquela revelação não dizia respeito a uma questão profissional ou empresarial, mas de um projeto, de uma marca, de uma obra espiritual, que seria levantada e constituida para a glória de Deus e expansão do Seu reino. Porém, guardei no meu coração aquela inesquecível experiência no âmbito do navio Doulos, que muito me marcou e me impulsionou a buscar mais de Deus e dos Seus propósitos para minha vida.
Um tempo depois, a minha liderança passou a confiar a mim responsabilidades ministeriais cada vez maiores, entre elas líder de grupos caseiros ou células, diácono e pastor. Dentre os quatro grupos caseiros que liderava, um acontecia na casa dos meus pais, que na época ainda não eram cristãos, esse grupo cresceu e se multiplicou sobrenaturalmente, a ponto da minha liderança sugerir a abertura de uma congregação. Desafio que aceitamos crendo ser esta a vontade de Deus. Nascia então em 15 de Abril de 1989, a Comunidade Cristã no Parque dos Ferreiras.
Entretanto, poucos anos depois, emancipado, abençoado e liberado pela minha liderança, entendi pelo Espírito, que era o momento de agora, resgatar e por o verdadeiro nome em nossa congregação, nome esse que ardia no meu coração desde o dia das visitas e da experiência sobrenatural no navio doulos, experiência esta que tinha haver com a nossa identidade e chamado ministerial, a partir de então, passamos a nos chamar e ser conhecidos por crentes e não crentes como Comunidade Evangélica Servos.
A obra cresce e prospera, pois, entendo que ainda estamos em formação, por esse motivo, a Comunidade Evangélica Servos se tornou Ministério Profético Internacional Servos (MPIS).
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